Crime brutal: lavrense é morta a golpes de faca e namorado foge após tentar incendiar casa

Por Paulo Sergio de Carvalho 11/08/2026 - 08:27 hs
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Crime brutal: lavrense é morta a golpes de faca e namorado foge após tentar incendiar casa
lavrense é morta a golpes de faca por namorado que foge após tentar também incendiar casa

A polícia de Juazeiro do Norte acaba de registrar mais um feminicídio. Bárbara Filgueira de Oliveira, de 28 anos, foi morta nesta segunda-feira (10/08) a golpes de faca dentro da própria residência, localizada na Rua Fotógrafo Pacífico Alves de Freitas, no bairro Leandro Bezerra - Juazeiro do Norte -CE. O crime aconteceu por volta das 22h30.

Natural de São Paulo, Bárbara tem suas raízes em Lavras da Mangabeira onde cresceu.

De acordo com as informações iniciais, Bárbara teria sido atacada pelo próprio namorado. Após esfaqueá-la, o suspeito ainda teria tentado atear fogo no imóvel, mas não conseguiu e fugiu do local.

Bárbara completaria 29 anos na próxima sexta-feira (14).

Equipes das forças de segurança foram acionadas e estiveram no endereço para atender a ocorrência. A área foi isolada para os procedimentos necessários e o corpo da vítima foi encaminhado para os procedimentos periciais.

Terceiro homicídio em agosto

Com a morte de Bárbara, Juazeiro do Norte registra o terceiro homicídio somente no mês de agosto, chegando a 63 assassinatos registrados no município em 2026, conforme o levantamento citado.

O caso também chama atenção pelo número de mulheres vítimas de homicídio. Bárbara é a sétima mulher assassinada neste ano em Juazeiro do Norte.

Na região do Cariri, o número chega a 20 mulheres assassinadas em 2026, segundo os dados levantados até o momento.

A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias do crime e realizar diligências para localizar e prender o suspeito. A motivação do assassinato ainda deverá ser esclarecida no decorrer das investigações.

A morte de Bárbara causa comoção entre familiares e amigos, especialmente em Lavras da Mangabeira, onde a vítima tinha vínculos familiares e era conhecida.

Fonte: Miséria